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Uma memória, feita conto

A história é tua.
As ilustrações são connosco.

Conta-nos aquela viagem, os anos da tua família ou o primeiro ano da tua filha. Devolvemos-te um conto ilustrado em que os protagonistas são mesmo vocês.

5 com base em 20 avaliações verificadas no GoogleO que nos contas não é publicado em lado nenhum
Conto de capa dura sobre uma mesa, com uma família ilustrada de costas para o mar na capaCapaO conto terminado: capa dura A5, com a família ilustrada sob o nevoeiro da Nazaré.

O que nos contaste

3 de agosto. Chegámos à Nazaré com nevoeiro. Não se via o mar mas ouvia-se o tempo inteiro. Jantámos sardinhas assadas num sítio pequeno e o pai disse que foi o melhor jantar da vida dele.
notas do telemóvel · 612 palavras · 15 minutos a escrever

A mesma memória, composta e ilustrada

Ilustração de uma família a descer à praia no meio do nevoeiro, com os candeeiros da rua acesos

Est. 1 — Família a descer à praia no meio do nevoeiro; candeeiros acesos, mar apenas adivinhado.

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Chegámos à Nazaré com nevoeiro. Não se via o mar, mas ouvia-se o tempo inteiro. Jantámos sardinhas assadas num sítio pequeno e o pai disse que foi o melhor jantar da vida dele.

Ilustração de um jantar de sardinhas assadas com as caras reais da família

Est. 2 — Mesa de sardinhas assadas com as três caras reais da família.

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02O que fazemos com o que contas

Decides tu quanto mexemos nas tuas palavras.

Três maneiras de tratar o que nos envias. Aqui tens a mesma memória passada pelas três, para a diferença se ver e não ser preciso imaginá-la.

A memória, tal como nos chegou

«No dia 3 de agosto chegamos a Nazaré. Estava nevoeiro e nao se via o mar mas ouvia se. Jantamos sardinhas assadas num sitio pequeno e o meu pai disse que foi o melhor jantar da vida dele.»

Opção i

Tal como o escreveste

Só o dividimos por páginas e fazemos uma correção básica de ortografia, acentos, pontuação e erros gramaticais evidentes, sem reescrever nada.

Resultado

No dia 3 de agosto chegámos à Nazaré. Estava nevoeiro e não se via o mar, mas ouvia-se. Jantámos sardinhas assadas num sítio pequeno e o meu pai disse que foi o melhor jantar da vida dele.

Opção ii

Polir um pouco

Melhoramos a redação e o ritmo, mantendo o teu conteúdo, a tua ordem e a tua voz. Sem inventar nada.

Resultado

No dia 3 de agosto chegámos à Nazaré. Estava nevoeiro: não se via o mar, mas ouvia-se o tempo inteiro. Jantámos sardinhas assadas num sítio pequeno e o meu pai disse que foi o melhor jantar da vida dele.

Opção iii

Reescrever com estilo

Transformamo-lo em narrativa literária, com o tom que escolheres: emotivo, com humor, épico ou poético.

Resultado · tom emotivo

Chegámos à Nazaré no dia 3 de agosto, envoltos num nevoeiro que escondia o mar e só nos deixava ouvi-lo. Jantámos sardinhas assadas num sítio minúsculo e o meu pai, de guardanapo na mão, declarou que aquele tinha sido o melhor jantar da vida dele.

Nos três modos, os factos, os nomes e a cronologia são intocáveis.

03As pessoas são mesmo as vossas

O teu pai tem a cara do teu pai em todas as páginas.

Carregas as fotografias de quem aparece na memória e transformamo-las em personagens ilustradas. O mesmo rosto mantém-se coerente da primeira à última página.

Fotografia de família tirada com o telemóvel num miradouro à beira-marOrigemFotografia real carregada por ti, com luz natural e a cara visível.
Os mesmos três membros da família ilustrados sobre fundo neutroPersonagemA mesma pessoa ilustrada: traços, óculos e cabelo reconhecíveis.
Ilustração da família a subir uma rua de calçada com a malaIlustração da família a ver rebentar uma onda gigante a partir do miradouroIlustração da menina adormecida ao colo do pai, no comboio
Ests. 4, 9 e 17A mesma cara na chegada, diante da onda gigante e no comboio de volta.

Um rosto, o conto inteiro

Nada de o protagonista mudar de cara ao virar a página: a personagem fixa-se uma vez e é respeitada em todas as ilustrações.

E se a tua história atravessa anos

Essa mesma pessoa envelhece de forma realista de uma etapa para a outra, do bebé ao adulto ou dos quarenta aos setenta, sem deixar de ser reconhecível.

04Como funciona

Faz-se de uma assentada.

Caderno de viagem e portátil em cima da mesa da cozinha

Contas-nos

Escreves ali mesmo ou colas o que já tinhas guardado, e escolhes como queres que soe: intacto, polido ou reescrito com estilo.

Storyboard desenhado à mão com as cenas da viagem

Carregas as fotografias

Acrescentas quem aparece na memória e escolhes, entre 25 estilos de ilustração, o que melhor lhe assenta.

Menina a ler o conto impresso no sofá com a mãe

Tens o conto

Em poucos minutos lês o conto inteiro, descarregas o PDF ou pedes o livro impresso para receberes em casa.

05O que recebes

Um ficheiro para hoje ou um objeto para sempre.

Portátil a mostrar a página dupla de um conto ilustrado

Conto em PDF

  • Ilustrado e paginado, pronto para ler em qualquer ecrã ou para imprimires por tua conta.
  • Descarregas assim que estiver pronto.
  • As mesmas ilustrações da edição impressa.

5 €descarregas de imediato

Dois exemplares do conto impresso empilhados ao lado de uma caixa de envio

Livro impresso

  • A5 (148 × 210 mm), todo a cores, em papel a sério.
  • Capa dura desde 19 € ou capa mole desde 12 €.
  • Impresso a pedido e enviado para 16 países.

A partir de 19 €capa dura, mais portes

De 12 a 24 páginas · 25 estilos de ilustração · pronto em poucos minutos.

06A tua memória é tua

O que nos contas não sai daqui.

O que escreves e as fotografias que carregas servem para uma coisa só: fazer o teu conto. Não vão para o site, não são mostrados como exemplo e não são partilhados com ninguém.

Podes apagar o projeto quando quiseres e o conto continua a ser teu: foste tu que o viveste, és tu que o contas e a autoria é tua. Nós só pomos os pincéis e a tipografia.

07Perguntas frequentes

O que costuma perguntar-se antes de começar.

E se não tenho nada escrito?

Não faz mal: a maioria chega sem nada escrito. Contas ali mesmo, como contarias a alguém à mesa depois do jantar, e isso chega. E se já tinhas umas notas, um diário ou umas cartas guardadas, melhor ainda: colas e está feito.

Quanto é preciso escrever?

Entre 400 e 1000 palavras funcionam muito bem: três ou quatro folhas, ou dois ecrãs de telemóvel. Mil palavras é o máximo, por isso, se tens muito mais, não metas tudo: escolhe as memórias que mais te importam e o conto fica melhor.

Posso mudar depois?

Podes. Antes de ilustrar vês o conto já dividido por páginas e editas página a página: mudar uma frase, tirar um parágrafo ou trocar uma cena de sítio. Quando estiver como queres, ilustra-se.

São precisas fotografias?

Não são obrigatórias, mas são o que faz com que as personagens se pareçam convosco. Sem fotografias o conto sai bem; com fotografias sai vosso.

O conto sai em português de Portugal ou do Brasil?

Sai exatamente na variante em que o escreveste. Se escreveres «chegámos», fica «chegámos»; se escreveres à brasileira, o conto sai à brasileira. Corrigimos gralhas e acentos dentro da tua variante, sem a trocar pela outra.

Quanto tempo demora?

Poucos minutos: a média real é de cinco. Se o pedires impresso, é produzido a pedido e enviado para 16 países, Portugal incluído.

Serve como presente?

É praticamente para isso que se usa. Um conto com a história de alguém e com a cara dessa pessoa lá dentro não se compara a nada que se compre já feito.

Já o viveste. Só faltava vê-lo.

Transformar a minha memória num conto

PDF por 5 € · impresso desde 12 € · pronto em poucos minutos